sábado, 14 de abril de 2018

"Ponte de Rios Inexistentes" de Alice Duarte



[…]

Uma poesia límpida, adulta, sem artifícios da palavra e da metáfora, o que muitas vezes dá à escrita um pendor intelectual que em nada vem acrescentar valor, antes pelo contrário.

Uma poesia (se assim se pode dizer) entre Miguel Torga e Eugénio de Andrade. Pura como o osso, e luminosa como as dunas de Fão. Uma poesia assim conseguida, dá-nos o alimento da alma.
E o que de melhor o Homem se identifica. A arte.

Parabéns à autora Alice Duarte e à Modocromia por apostar em poetas de qualidade fora do circuito reinante.

[…]
do prefácio de Joaquim Monteiro