quarta-feira, 12 de junho de 2019

"Escrevo como Respiro" de Maria de Fátima Soares

13,00 €

[…]
A poesia invade Fátima Soares, como uma janela nua aberta de par em par, abrigando várias figuras de estilo:       – rima interpolada, cruzada, expressão simbólica –, uma vasta junção de signos embelezando cada estrofe, em perfeito aticismo.

“Escrevo Como Respiro”, título audível e líquido como a água de um rio que corre, se converge e de que tudo volta a partir, numa claridade matinal. Extraímos alegorias, invocações bucólicas, volúpia contida, entusiasmo saciado, personificação do EU-Mulher. Raramente plácido e calmo, mas de uma singular delicadeza.[…]

[…]
Que honra ler este livro antes do leitor. O livro tem o seu destino. A autora o sentido da existência. Vale a pena o dualismo e propósito de cada sinal de palavra dançante.

O leitor entenderá a subtileza da poesia, a consciência poética, que a autora retrata magistralmente, através das suas qualidades viscerais de inteligência.



Do prefácio de Mariete Lisboa Guerra

"A Cuva do Tempo" de Clementina Matos

13,00 €


Este livro narra o desabrochar das paixões, com a desenvoltura de um sorriso que conhece os segredos da noite e da madrugada e que acompanha o movimento dos céus:

           Ao sereno da noite enluarou-se a aldeia
           sorrindo


Como tudo aquilo que desabrocha acaba por fenecer, estas paixões encontram o fim do seu ciclo vital na lei inexorável do Tempo, em cujos “ramos” se consumam todos os nossos destinos possíveis.

           nos ramos do tempo
           meu amor
           esquecemos a água
           e tudo secou.


A curva do tempo é também a consumação de tudo quanto é irreversível num movimento em direcção ao fim. Aquilo que descreve uma curvatura, no mundo plano que vai de Aristóteles a Newton, passando pela geometria do espaço plano de Euclides, tende ao movimento circular e à repetição perpétua. […]


As geometrias não euclidianas e a relatividade geral de Einstein tornaram um pouco mais complicado o significado de “Curva” e de “Tempo”, mas ficámos a saber que, no material elástico do espaço e na sua imbricação inseparável com o Tempo, os corpos fazem curvaturas no espaço pelo mero acto de existirem, a luz percorre parábolas e o Tempo, esse, está longe de ser uma sentença fatídica sem recurso, porque também ele pode ser manobrado, estendendo-se numa vasta curva que acompanha a velocidade da luz.
 
            em degelo a alma
            à espera da luz
            vai cedendo às trevas
            e vela o impossível
 
            regresso do tempo.

[…]
Os conceitos abstractos fazem a sua aparição, neste livro, revestidos pelas imagens concretas da Natureza física, para falarem do afecto humano entre o “eu” e o “tu”, combinando-se e casando-se como o dia casa com a noite, a vida com a morte, e a finitude com o infinito. O triângulo entre abstracções metafísicas (como o “presente”), a Natureza física concreta (como “a brisa quente”) e o afecto humano “sobre o amor já louro” concentra no seu seio a forma intemporal do Amor:

           lento o presente
           sol ardente

           a brisa quente
           sobre o amor
           já louro.


Trata-se de um amor antigo, com matizes pagãs, um amor panteísta da natureza pela natureza, um amor sagrado e cósmico que concentra em si a beleza de todos os grandes enigmas. […]

A Curva do Tempo leva-nos consigo. Do mesmo modo, a leitura deste livro traz-nos consigo, e dá-nos um pouco do prazer e da sabedoria necessárias para acolhermos no peito humano a mesma paixão e o mesmo mistério pelos quais o Tempo foi urdido.


Do prefácio de Maria Matos Meireles Graça

Livros da autora 
publicados pela editora Modocromia






terça-feira, 11 de junho de 2019

"Momentos Perpétuos" de José Gabriel Duarte

12,00 €


[…]
Este não é um livro só de poesia, não; é também um livro de reflexões – “A POESIA é uma casa sem paredes, voltada para o sonho…”, “Há momentos que por se revelarem tão intensos nos fazem crer que são perpétuos.” Vale a pena “ganhar” algum tempo, parando a reflectir com o autor.

Nesta viagem, na qual nos deslocamos como que em três carruagens, mudamos para a segunda e deparamos com os poemas. José Duarte dá-nos uma visão triste, por vezes amarga da vida e do amor. […]

Entremos agora na terceira parte deste livro, a terceira carruagem, e temos uma outra visão que o poeta nos quer mostrar, mas fá-lo como se estivéssemos a ouvir a voz de uma mulher. E “ela” dá-nos pequenos episódios, vividos ou sentidos por uma mulher, uma mulher que vive entre o sonho e o desejo não conseguido, entre a tristeza que lhe ensombra a esperança, a paixão escondida pelo medo, a dúvida constante: “Amar é um verbo instável.”

Ainda que amar seja um verbo instável, José Duarte deixa-nos a pensar que o amor vale a pena.

do prefácio de Fátima Pissarra

Livros do autor
publicados pela Modocromia




"Perfil do Dias" de Manuel Veiga

13,00 €


[…]

Um perfilar de vários perfis cada um sendo poema carta ou contemplação activa que Manuel Veiga cada vez mais intenso sob um céu pessoalíssimo sonha depura e elege como espelho de
Si entre os outros – nós – e nos arrasta em movimentos de intensa expressão. Como se nos quisesse dizer: vejam-me aqui nu e faminto de ser saciado e destemidamente brumoso e desassossegado. […]



Do prefácio de Isabel Mendes Ferreira


… … … … … … … … … … … …


[…]

Neste “Perfil dos Dias”, encontramos a voz recorrente do eu interior, esses fragmentos metafóricos da inconsistência do Ser, essa busca, esse voo cego a nada como escreveu Reinaldo Ferreira, mas um voo que traz o olhar do outro, porque ninguém viaja sozinho pela vida, sem a sombra existencial, ora obsessivamente desejada, ora apenas intuída, ora indispensável como respirar, do outro. Pelo meio desta complexa gramática do corpo e dos afectos, existe a pertinência da busca de sentidos para o universo, o cosmos como um derivativo de absolutos, em que a esperança se inscreve: Deslizam as águas em rios secos/ Até à raiz do nada. (...) Ou reserva de vida/ Preservada: cópula de sol/ E gota de água/ E a ansiada/ Espera... […]

A poesia de Manuel Veiga, balança entre territórios líricos e introspecções metafísicas e é nessa dualidade expressiva que a sua poética se aproxima das metamorfoses verbais que encontramos em poetas como Herberto Helder, Ramos Rosa ou Ricardo Reis. É nesse alfabeto lírico, nessa gramática do Mundo, quase sempre magoada, essa modelar forma de organizar o Acaso, mesmo que O Sol seja nuvem/ E o meu fogo água // O teu corpo/ céu aberto/ seja. Um discurso poético que entronca, por vezes, em outros poetas do modernismo como, também, Mário Sá Carneiro. […]

Mesmo olhando o mundo, passeando essa “loucura portátil”, Manuel Veiga não deixa de trazer ao discurso a diversidade conjuntiva com que esta fala se ergue e se constrói, é nesse fulgor, nesse delta de raízes, que estes versos nos arrebatam em sua contínua transfiguração.

do prefácio de Domingos Lobo

Livros do autor
publicados pela editora Modocromia






"Ondas em Poesia" de Manuel Marques Francisco

12,00 €

Este não é só mais um livro de poesia. É um excelente exemplar da nossa mais pura e rica poesia popular a que o Manuel já nos habituou, com o seu talento nato que nos leva às nossas raízes e à nossa cultura popular, recordando o melhor do nosso povo e as suas tradições.
Como agricultor que é, e conhecedor dos árduos trabalhos do campo, a sua poesia versa naturalmente essa temática que ele tão bem conhece […]



Do prefácio de Alice Calçada


Livros do autor
publicados pela Modocromia




domingo, 12 de maio de 2019

"O Caixeiro-viajante" de José Pais de Carvalho


15,00 €

SINOPSE

A história passa-se numa pequena vila ou numa cidade do sul da europa, em que os habitantes são reflexos da cultura actual. Com a chegada de um personagem, o caixeiro-viajante, esse lugar nunca mais será o mesmo. A ruptura com o modo de pensar, os comportamentos e os hábitos daquele povo originam, embrionária, uma nova consciência e desencadeiam, em simultâneo, um desenlace que poucos ousarão imaginar.

Neste livro, o leitor é convidado a reflectir sobre a actualidade política, económica e social, sobre o tempo presente e a consciência de cada um de nós, de um modo penetrante mas acessível; outras vezes, através do humor e da sátira curta e bem colocada.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

"Espírito D'Alma" de Paulo Marçalo


13,00 €

Paulo Marçalo, Poeta Marinheiro, […] Escreve desde que se lembra de ter necessidade de dialogar consigo… tão natural como ir em pescarias pelas águas fecundas do mar ou do rio Mondego, partindo do rio Pranto que sente como seu confidente.
A sua escrita é o desfragmentar do Ser – emoção e acção – que se reinventa em cada palavra para se erguer na construção silábica, a Sua.
Uma procura pela luz, como apaziguadora de uma constante procura de si, pelos outros que passam… para escapar a uma massificação que o sufoca, permitindo-se uma Religiosidade latente e uma Liberdade que assenta na Democracia como premissa de Vida.
Como diz o Poeta, o Espírito é o que revelamos ao mundo, a forma como a nossa Alma transparece, sendo esta o ideal de perfeição a que aspiramos, guardando-a em nós, e que acrescento, afirmando que construída por memórias do que somos… tal em Santo Agostinho que da cópula da Vida – ente e mundo – encerramos na memória os afectos, experienciando-os na Alma, numa permanente recordação, em gozo e êxtase, sendo o Espírito a Memória!
Deste coito gozoso feito de vivências, encontros e desencontros, permanência e imanências, evocam estes poemas emoções de alegria ou tristeza, de doçura ou de amargura, ou os seus contrários, pelas quatro perturbações da Alma: o desejo, a alegria, o medo e a tristeza.

[…]

Assim, quando o lemos, a permanência é real porque essas memórias, emoções no quotidiano passado e presente, não se recordam ou revolvem, antes estão! Existem, vivem e revivem em cada palavra, em cada metáfora, em cada alegoria!
E sempre…

           Pela compaixão de enfermos infantes,
           Férreo é o gesto, que refreia horizontes,
           Esculpindo a porfia na pedra do olhar,
           Fecunda tormenta, perene sonhar!…


…esta busca pela ideia original de uma religiosidade que assenta na Fraternidade, rumo à Felicidade a que aspira, qual Homem do Mar que enfrenta a tormenta, desafia a lonjura e ama-o para além, talvez de mim, de nós…

Esta enigmática prática poética que se insurge contra a monotonia e a desordem instalada, contra a injustiça e o esquecimento, é, para mim, inspirada por um dos momentos de amor e cumplicidade de Zeus com Mnemosine, quiçá do qual Erato, musa virgem, aparece neste livro em cuja lira se ouve o eco do Poeta, Espírito, e de cada rosa, da sua coroa, exalam perfumes de memórias, Alma, que nos reclamam.



Do prefácio de J. M. Vieira Duque



segunda-feira, 22 de abril de 2019

"A Palavra na Arte" de Aurora Gaia


13,00€



Reflexos mudos, as obras de ARTE procuram a duplicação do dizer, e o poeta espreita, é preciso que ele habite o próprio artista, e alguns escrevem, mas há poetas que não dispensam as imagens e reservam algum tempo a desenhar e a pintar, também. Amorosamente as palavras e as imagens, enquanto necessidade conjunta, fazem do artista e do poeta irmãos da vida, um e outro têm uma experiência sensorial sem invalidar as explicações mais racionais, que justificam um diálogo alargado com quem de fora se interroga sobre o universo criativo e a função da ARTE.

Deixo a palavra ir ao céu da boca, escreve Aurora Gaia logo no começo do presente livro, e eu penso na força que os nomes ganham quando saem na declamação, sobrevivendo à angústia das mãos para desespero dos olhos, onde a luz irrompe porque nenhum sol brilha, e dentro habita a razão do corpo. A razão do corpo não pode ficar presa quando se apagam as luzes e outras luzes se acendem.

Os sublinhados são obviamente palavras de Aurora Gaia, retirados dos poemas dedicados a pessoas que realizam ARTE, mas a autora não se anula, está dentro, completamente entregue e grita, para tentar colorir a esperança. E bem precisamos de esperança alargada ao mundo onde o artista e, obviamente, o poeta, devem ser à maneira deles agentes de mudança da vida para a paz, contudo eles precisam de outros companheiros, gente da educação e da política a vários níveis do debate de ideias.

Do prefácio de Emerenciano Rodrigues

"Vermelho" de Edgardo Xavier



13,00€



Num registo lírico e confessional, estamos perante um cântico na periferia do corpo, esse lugar onde urge, mais do que lamber as chagas, lamber a lâmina. Se o acto anterior ao acto de escrever foi água espessa, a vida transmutada nos poemas apresenta-se-nos agora com a leveza dos versos para acender nas mãos trémulas o desejo.

Cada um dos poemas que compõem esta magnífica obra, de singular beleza no seu onírico e poético universo, é um convite ao seu mundo interior, por conhecer. Palavras de líbido e de seiva debruçadas sobre a magna certeza de que apenas se perde o que se tem. Perda? Não. Antes o regresso ao rio do silêncio, ao rio de sangue... no grácil voo raso de se dizer. Sem sombra de dúvida, estamos perante uma safra de versos que, através dos meandros da sua insularidade, nos oferece a generosa taça de um acento vermelho.

[…]

Na escrita de Edgardo Xavier o poeta tolera-se pois escrever é sempre uma dúctil queda como forma mais perfeita de ganhar voo. Toda a sua lavra é expressão de uma nudez aflita com a qual se encobre, numa timidez despudorada, buscando o clímax do verso derradeiro e, com ele, o temporário sossego. ”Ama-me como se, estranho, não fosse eu”.

À boca da noite, ei-lo descrito como se fosse um rio ainda por beber ou o sumo viscoso dos sons para que a duração noturna mais vermelha se revele; proclamando a desafiante e óbvia “poéticofagia”; com todos os vagares, com todos os vogares que apenas a poesia urgente, depurada e incerta, nos oferece;



“Amor?
Estou.
Sou na tua pele a mansa mão da tarde,
o calor que corre,
a ideia que fica à porta da tua sensualidade.
Olhar-te me chega.
Encho de ti os olhos
e sinto-me sereno como um lago.”

Do prefácio de Manuel Neto dos Santos


Livros do Autor
Publicados pela editora Modocromia


sábado, 6 de abril de 2019

"Código de Borras" de Inês Benedita


12,00€

[…]
O título, Código de Borras, poderia ser transmutado em código de barras, que, sendo uma representação gráfica de dados numéricos ou alfanuméricos, passíveis de serem descodificados pelo leitor de código de barras, também poderia ser aplicável a um livro de poesia. Cabe ao leitor uma atitude ativa para descodificar as palavras com valor simbólico e imagens literárias que, segundo Inês Benedita, no poema Bisturi, são escolhidas com "luvas assépticas, com pinças esterilizadas, abrindo caminho com a precisão de um bisturi, e estas, entre cruzamentos, encruzilhadas, perigos e proibições, avançam, depois de analisadas, medidas e pesadas", numa clara intenção de transportar ao outro, através da descodificação, a singularidade múltipla do sujeito poético, a realidade mínima do mundo onde vivemos, um mundo onde impera todo o tipo de controlo e domínio.
O facto de o leitor do código de barras emitir um raio vermelho que percorre todas as barras, escuras ou claras, sendo a luz absorvida pelas escuras e refletida novamente para o leitor nas claras, também se poderia aplicar a esta ou a qualquer outra obra poética. Os dados captados nessa leitura ótica são compreendidos pelo computador, que, por sua vez, são convertidos em letras ou números. no caso do leitor de poesia, são convertidos em emoções estéticas.
Em tempo de destituição e destruição de alteridade, a poesia assume-se como abertura ao outro, pois quer saber quem ele é, quer abrir-se-lhe, quer misturar-se com o outro. Assim é. Os poemas de Inês Benedita não só dizem algo acerca do eu poético, como expressam algo sobre a própria linguagem, transmitem uma ligação única entre o poeta e a linguagem mas, sobretudo, e paralelamente, permitem que o leitor estabeleça um diálogo íntimo entre as palavras do poema e a sua própria individualidade.
A poesia pode alterar as nossas vidas ou fornecer-nos elementos para transformações, porque nos afeta, mesmo que não compreendamos muito da sua força.
Ela assume-se como um sustentáculo de intensidades, um arquivo de intensidades, uma disponibilidade de intensidades que em algum lugar se encontram com as nossas, ditas e caladas. Daí podermos definir a poesia como um diálogo entre o poeta e o leitor através do uso estético da linguagem.

do Prefácio do professor Carlos Sá

"Por muito te amar o mar traz-nos violinos às vezes" de Eugénio Trigo


10,00€

                         a lua é sempre de
                         olmos nas pedras
                         do granizo antes do anoitecer

                                                                                         Eugénio Trigo

Livros do autor
publicados pela Modocromia


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

"Nomes da Noite" de Lília Tavares


13,00 €

Sob o signo da noite, Lília Tavares, em cada poema deste 5.º livro de poesia não reproduz o dizível mas permite o indizível.

A autora desabriga-se no avesso da pele das suas memórias que numa eternidade gasta e passada a quiseram ocultar. 
O eu-poético, embora contido, traz à luz a sua ambivalência que se exprime mediante recursos simbólicos. A incompletude habita as suas raízes: vivências, memórias, viagens, amores. 

Ainda são nocturnas estas viagens, revela. Menina e depois mulher, a autora decompõe-se em matéria subjectiva, como um todo desconhecido. A sua poesia serve-se de alguma economia das palavras para desconstruir uma teia de silêncios, entrelaçada em fios de desejo, de amores e de veredas. 

Num novelo cingido pelo prefácio de Carlos Campos, desfiam-se 70 poemas onde se entremeiam 7 fotografias repletas de significado de Paulo Eduardo Campos, também ele poeta. 
À sombra de uma dessas imagens, pode ler-se:


          «Acordo nas ervas, anoiteço barco,
           como árvore e terra despertaria amanhã.»


"Campeão das Espadas" de Vitor Morais


12,00 €

Longe vão os tempos em que o ato de empunhar uma espada estava a associado a lutas, guerras, conquistas e mortes.

Hoje, para além de deliciarem os mais pequenos nas suas brincadeiras, as espadas são também utilizadas na modalidade da Esgrima onde, em vez de se lutar por um reino e pela vida, se joga pelo objetivo de ultrapassar um adversário e acima de tudo para se superar a si próprio.

Entra na aventura do jovem Afonsinho e aprende um pouco mais sobre o fantástico mundo da Esgrima!

Livros do autor
publicados pela Modocromia