sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Contos da Beira-Rio – Raúl Ferrão

10,00 €

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Este livro de “Contos da Beira-Rio” vale pelo conjunto dos oito contos e vale por cada conto. Está justo e perfeito.
O enfoque no último conto assenta na magnitude abrangida na viagem. Para além da descrição da vivência (navegador / “capitão Piruças” / céu e os seus astros / rio Tejo e suas margens) a bordo de uma pequena embarcação do tipo “Kayak”, é-nos transmitida, de várias formas, a importância de considerarmos o Tejo não apenas como o meu Tejo mas aquilatarmos do seu significado de grandioso e modesto, que não se extingue em Lisboa, na sua foz. RF salienta pormenores convergentes na obrigação de aumentar ou de fazer surgir em nós a verdade do Tejo: um rio que é uma estrada da nossa história. Um rio universal e único! 


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E, através desse modo de contar, RF abre-nos outros horizontes, outras perspectivas, outros mundos presentes neste Mundo sem tempo. Por isto afigura-se-me mais perfeita a utilização do verbo recordar. RF faz-nos recordar ensinamentos do Conhecimento, alheado do tempo. 
A presença constante do rio leva-nos à admiração da água – a fertilidade da terra, as águas primordiais… o líquido amniótico. 

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Quando chegamos à leitura das últimas linhas deste livro, recebemos do autor, através de quatro versos, o ânimo para o imitarmos na veneração ao Tejo: Um rio / Uma paixão / Um Amor… / Constante e Eterno. 

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do prefácio de Francisco de Pina Queiroz


Livros do autor
publicados pela editora Modocromia

Entrelinhas da Vida – Luís Padinha

10,00 €


Pureza, simplicidade, e de profunda humildade, são estas palavras que mais ressaltam, para descrever o Luís. Muito para além de uma terna e serena amizade, essa que nos une.

De um sorrir tranquilo, um algo inocente ou ingénuo, eu arrisco a escrever, ele exibe-se assim, como alguém que quase se recusa voluntariamente, a enxergar a malícia humana.

E também revestido de alguma mágoa e melancolia, numa certa mescla de sábia sensibilidade, dessa, que por vezes a vida nos impõe.

E assim pelas suas características, se tecem as suas Artes, sejam as Artes Escritas ou as Artes Visuais, e assim as podemos avaliar, qual em pura ostentação, transmutando se numa imensidão de sentidos, desses, que ainda fazem, ou quase nos obrigam, a confiar cegamente na Humanidade. E que assim se salientam plenas, na sua extremosa criação para a vida.

Do prefácio de Teresa Da Dilva

Loengo – Edgardo Xavier

14,00 €



[…] dos cenários descritos com pormenor acutilante, com realismo cru, com exactidão pictórica, com rara sensualidade nua de margens, com emoção à flor da carne. Encetei uma viagem por dois continentes que o mar, ao invés de os separar, uniu. Nas diferenças. Nas peculiaridades. Nas vivências e nas tradições. Precisão cirúrgica, esta, em que a abordagem a temas nucleares, ainda que em territórios distintos, oscila entre a disforia e a euforia da acção em que decorrem. A urbe e o interior, a mata e o campo, a aldeia e o quimbo, a casa senhorial e a cubata, a fazenda e a courela, convivem num paralelismo em que a destruição da guerra e a destruição da míngua, o estrangulamento das convenções e o preconceito, os anos cinzentos de proibições absurdas e insidiosas, são unos no coarctar do pensamento livre e do livre arbítrio do acto.

[…]
As cores ocres, exuberantes, de África fundem-se com as cores mornas, sejam os azuis, os verdes, o branco, o tom escuro e frio da pedra, de Portugal. A capacidade tradutora do autor encontra-se a cada palavra, a cada frase, a cada diversificação conteudística. Encontro-me, nesta viagem, com personagens pulsantes de vida, de dor, de discreta e momentânea alegria, de sorrisos escondendo lágrimas e de espíritos atormentados por uma panóplia de razões que talvez a própria razão desconheça. É corpóreo o sentimento de solidão, de desesperança, de sofrimento, de insegurança. Mas é igualmente corpóreo o momento da entrega, da consumação dos corpos num amor feito de angústia, de desespero, mas de total libertação dos instintos mais recônditos, mais subtis ou mais violentos, ora transbordantes de inesgotável ternura ora da indiferença que fere em igual medida. A desilusão moribunda magoa tanto como a ilusão que nasce. Mas o autor dirime os momentos de maior dureza com uma imagética de beleza e originalidade únicas, com o avivar de um léxico quase esquecido na oralidade apressada do hoje.
[…]

Do prefácio de Rita Pais



Livros do Autor
Publicados pela editora Modocromia


Paulo Oliveira ーNo Silêncio da Noite


preço 10,00€


Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro!
Eis o que há muito dizemos que completa um homem!
Na verdade meu irmão tu já vais na segunda rodada!
Quanto às árvores não sei mas no restante...
Sinto alguma “inveja” de não conseguir pôr no papel as belas palavras e poemas que tu tão bem sabes usar!
Leio-as e releio-as e cada vez me tocam mais fundo no coração e no fundo fico com um enorme orgulho de poder dizer: SOU TEU AMIGO E IRMÃO DE ALMA!
Parabéns por este Silêncio tão sonoro meu irmão!
do prefácio I, de João de Carvalho

. . .

A poesia é um bem vital. Num quotidiano cinzento ainda mais.

É no pulsar dos versos que a vida se suplanta e atinge o seu expoente maior.
Um poeta é o que reinventa.
Um poeta é o que desamarra a negritude existencial e a eleva.
Um poeta é o que costura do brilho celestial os lençóis onde nos embala o sonho maior.
Prova disso é quem escreve, quem se faz poema novo, quem alimenta uma dessas que é das artes mais nobres de existir.
É para esses o meu eterno aplauso.

do prefácio II, de Paulo Vasco

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Luciano Reis ー Mestre das Palavras


preço: 15,00
[…]

O Luciano é um escritor. Mas também um ator. o Luciano é um contador de histórias. Mas também um dinamizador cultural. o Luciano Reis é Cultura. e Património. Seja ao leme da Casa Museu Leal da Câmara, ou seja, como voluntário na Universidade Sénior de Rio de Mouro.

Falamos claramente de um Ser Humano de exceção. Daqueles de Luz que com a sua Luz iluminam a vida daqueles que o rodeiam. É por isso difícil escrever sobre o Luciano. Muito difícil.

Solidário. Amigo e Generoso. Culto. Superiormente culto. e empenhado. Sério e trabalhador. Profundo e denso. o Luciano é uma Alma grande. Enorme.

[…]

É despretensioso. É humilde na forma como escreve. Escreve para que o possamos ler e até nisso o Luciano é generoso. o sucesso dele explica-se muito naquilo que é a sua forma de ser. na verdade, o Luciano escreve como é. Conta-nos histórias de vidas. Investiga e transmite o saber. Acolhe-nos e afaga-nos em cada linha de poesia ou de pensamento.

O Luciano guia-nos a cada palavra e convoca-nos para a profundidade. Às vezes inquieta-nos. Lembra-nos patamares de conhecimento interior que ainda não dominamos. Porque o Luciano na sua escrita é um biógrafo, mas também um pensador. Um poeta e um historiador.

Escrever este prefácio foi verdadeiramente um exercício de terrível e brutal dificuldade. Porque não escrevo como aquele que nestas páginas vai surgir perante Vós. Mas sobretudo porque não é fácil descrever em meia dúzia de linhas os traços mais característicos de uma personalidade tão densa e de quem tanto gosto.

Tudo o que desejo é que cada um dos leitores encontre nestas páginas o verdadeiro e genuíno Luciano Reis. e que o descubra como ele é na plenitude.

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do prefácio de Bruno Parreira



“Amantes da Poesia” Colectânea 2018


preço: 15,00 €

Os verdadeiros Amantes da Poesia terão, neste livro, um caminho a percorrer com curiosidade e prazer, devagar como devem ser lidos todos os livros de poesia, saboreando cada palavra e cada sentimento. Sendo certo que cada leitor faz o seu próprio caminho porque um poema é diferente consoante quem o lê, existirá sempre a descoberta de uma rota de prazer por entre o universo de poemas agora trazidos à luz do papel por esta Colectânea. Para os autores aqui reunidos, tenham ou não livros individuais publicados, esta é uma excelente forma de divulgar a sua escrita, quer entre outros autores quer para o público em geral. É também uma oportunidade de tomar conhecimento de outras formas de abordar a poesia, o que contribui sempre para um enriquecimento pessoal.

Por todas as razões expostas e certamente muitas outras, estão de parabéns o programa Amantes da Poesia, da rádio Popular FM e a sua dedicada coordenadora Maria Isabel Rodrigues, bem como a editora Modocromia que pôs, como sempre, na publicação desta Colectânea, a sua marca de excelência, por contribuírem, mais uma vez, para pôr na mão do público leitor, poesia eventualmente menos conhecida mas, nem por isso, menos merecedora dessa exposição. Estão de parabéns os autores que deram, a cada poema, a sua inspiração e o seu amor às palavras e que têm a gratificante sensação de serem publicados, lado a lado com os seus pares. Penso que de parabéns estará também o público leitor porque a poesia, quando não é um gosto inato, poderá ser, pela elevação da alma de quem lê, um gosto adquirido, para que, mais uma vez nas palavras de Garcia Lorca, a poesia seja o mistério de todas as coisas.
  do prefácio de  Alice Duarte

Colectâneas "Amantes da Poesia"
publicadas pela editora Modocromia


Edgardo Xavier ー Palavra de Cardo


preço: 12,00 €

A leitura deste novo livro de Edgardo Xavier é um regresso ao tema dominante da sua poesia: o amor como pulsão ávida de posse e de entrega total. o regresso é do leitor, já que o poeta persiste no tema do qual, a avaliar pelos vários livros de poesia que dele conheço, nunca se afastou. a poesia de Edgardo Xavier é de um amor vivo, revivido e interminável.

O cardo não é uma flor macia nem frágil. ao escolhê-la para título, o poeta diz ao que vem. Não são de estranhar verbos como arranhar, morder ou raspar. a poesia de Edgardo Xavier é feita de palavras diretas, nuas e cruas, sem embelezamentos formais. É poesia sem corantes e sem conservantes. Palavra servida em bruto, assim como a resposta desejada: Quero de ti / raspada / a palavra que responda / aos meus uivos [Lobo Alfa, p. 14]. Esta brutalidade, esta crueza formal é o primeiro sinal de autenticidade da poesia de Edgardo Xavier.

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do Prefácio de Carlos Campos



Livros do Autor
Publicados pela editora Modocromia


Manuel Veiga ー Do Amar e da Guerra


preço: 15,00
[…]

Este romance (há uma subliminar paixão por Maria Adelaide que atravessa o discurso, logo é de romance que se trata, puxando aqui a brasa à designação de Sthendal, também ele um homem de vários amores e guerras) de Manuel Veiga, mesmo quando o autor teima em afirmar que o sujeito está fora da história, ao mesmo tempo que exorciza os fantasmas, constrói uma escrita de coragem - o assumir dos factos e das feridas que lhe estão no cerne, a dor e o remorso, a dor que não finda, esse rio que não estanca, o lateral, as doenças venéreas com o alerta do oficial de cavalaria: antes de montar, deve conhecer primeiro os vícios da montada -, o sujeito afinal está lá enquanto agente de uma determinada realidade histórica e da sua efabulação; contribuindo, nesse modo confessional de afirmação do horror, para a abertura ao mundo desses fragmentos perceptivos: há uma componente humanista (no sentido heideggeriano) universal neste texto que é, na sua proposição subjectiva, um traço determinante de modernidade.
Se o acto de escrever é um processo de responsabilização - cultural, cívico e ético, Manuel Veiga, ao tratar neste livro a língua e as palavras com o peso e a substância simbólica que elas devem ter, e nessa busca de signos se alimenta (o que já acontecia em Notícias da Babilónia), que da guerra, e da vida, traça amplas similitudes entre a realidade e a ficção, entre o discurso íntimo e a exposição pública que os conflitos, por serem do domínio do histórico, implica, mesmo quando a palavra fica angustiantemente presa na liana, a escrita de Veiga atinge, quase sempre, esse estágio supremo de configuração, de imanente e visceral criação literária, acrescentado ao discurso os elementos eufóricos e disfóricos da sinceridade: emocional, ideológica, afectiva, sexual.

Raramente a literatura portuguesa deu a dimensão trágica, o absoluto do drama, do épico, como nos textos em que a Guerra Colonial surge como suporte ficcional. É a tragédia do homem só com sua consciência, com o seu conflito entre o dever, a justiça e a dignidade - o homem e o seu estupor existencial, a sua circunstância, em estado de inquietação e perplexidade, e esses estágios do ser, essa essência, raramente a literatura portuguesa conseguira traduzir tão rigorosamente.
Outro dos elementos que Veiga introduz no discurso narrativo é o do humor, do sarcasmo, da ironia, da capacidade de auto-análise, de desmontagem do drama (simultaneamente individual e colectivo) através do humor; a distanciação do objecto ficcional, a contenção do trágico.

Este novo livro de Manuel Veiga, estes fragmentos cumulativos que atravessam as memórias da infância, da adolescência, da descoberta do medo, do amor, do absurdo, dão-nos um romance modelar nos seus plurais modos de dizer, de (d)escrever um dos períodos mais sofridos, em termos sociais, históricos e políticos (mesmo quando o sujeito está fora da história, repete o autor), da segunda metade do século XX português. Um épico geracional que nos diz, que rigorosamente, na sua assumida dispersão narrativa, nos reflecte e questiona.
Um livro mais a juntar ao largo espectro canónico da literatura que expressa o conflito Colonial, mas que transcende esse período, esse tempo mordente e ácido: abre a outras e mais profícuas coordenadas, ao investir nos modos de abordagem estética, do fenómeno literário.
do prefácio de Domingos Lobo

Livros do autor
publicados pela editora Modocromia



Maria Lascasas ─ Um Braçado de Estrofes


preço 12,00 €
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Em cada página encontramos vida - a poesia vive - nas coisas mais simples e frequentes como na chuva, num casario, num amor, na dor, num Inverno que teima em ficar, numa Primavera que não quer chegar ou numa pequena luz.
Desfolhar esta obra não é um acto vulgar de leitura, é um degustar da luminosidade e sobriedade da poesia, é um encontro com a beleza das palavras. É um descobrir de cores em páginas escritas a negro, um olhar feminino do mundo, um descobrir de imagens escritas, um abrir de coração e um abrir de braços que se estendem abraçando-nos a alma.
É, portanto, um abraço que Maria Lascasas dá, a cada leitor, nas situações mais triviais dos nossos dias, um abraço despretensioso, amplo e verdadeiro, partilhando com cada um de nós, em linguagem própria, a sua alegria na escrita.

[…]

Em cada página encontramos vida - a poesia vive - nas coisas mais simples e frequentes como na chuva, num casario, num amor, na dor, num Inverno que teima em ficar, numa Primavera que não quer chegar ou numa pequena luz.
Desfolhar esta obra não é um acto vulgar de leitura, é um degustar da luminosidade e sobriedade da poesia, é um encontro com a beleza das palavras. É um descobrir de cores em páginas escritas a negro, um olhar feminino do mundo, um descobrir de imagens escritas, um abrir de coração e um abrir de braços que se estendem abraçando-nos a alma.

É, portanto, um abraço que Maria Lascasas dá, a cada leitor, nas situações mais triviais dos nossos dias, um abraço despretensioso, amplo e verdadeiro, partilhando com cada um de nós, em linguagem própria, a sua alegria na escrita.

do prefácio de Alberto Cuddel

Manuel Marques Francisco

preço: 10,00 €
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Com este livro somos novamente congratulados com o seu gosto pela escrita onde sempre enalteceu o seu amor pela família, pelos amigos, pelas gentes e tradições.
Vários são os temas abordados, onde a vivência do autor tem lugar de destaque mas também somos brindados com vários temas da actualidade, do dia a dia das gentes e tradições de Salvaterra de Magos.

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do prefácio de Cristina Audácias Almeida
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Histórias e Factos – porque o Manuel, sabe como ninguém transformar qualquer História ou Facto em poesia. Para além de bom observador, tem a grande capacidade de rimar sobre qualquer assunto.

Os seus livros são o retrato da sua personalidade. Podemos dizer com toda a verdade que a sua vida é um livro aberto, senão veja-se como em “Madrugada” se adivinha o prazer que sente ao assistir ao despontar de um novo dia!

[…]
do prefácio de Alice Calçada
Livros do autor
publicados pela Modocromia

J. Ernesto da Fonseca


preço: 13,00 €

"Que estranha profissão a de Enfermagem" conclui o autor, para mais à frente… "cuidar de pessoas que em determinado momento se encontram dependentes, não se resume a actividades pré-determinadas". Memórias de um Enfermeiro de Aquém e Além-Mar, título ilustrativo de histórias marcantes, de um realismo e com um pormenor tal, que a sua leitura nos transporta à época e nos envolve nas vivências descritas que recheiam o seu percurso de vida.
"Angola - Amálgama de Novas Vivências", surgem desde logo surpresas na viagem e se repetem no quotidiano da sua actividade, pois não fosse o autor alguém que… "idealizava a realidade de Angola e de África em geral, (1960) a partir do único pedaço do mundo que conhecia, a Península Ibérica".
Dos episódios pessoais e profissionais descritos no que designa O meu baptismo de mato e capítulos seguintes, enquanto enfermeiro da Companhia de Diamantes de Angola, surgem uns como frustrantes e outros com plena satisfação e compensação, dos quais destaco pela sua singularidade, embora de diferente natureza: Momentos Inolvidáveis, o nascimento do primeiro filho; Milú, Uma Lição de Afectos e Issula a Menina de Ninguém. A riqueza, a diversidade e especificidade de todas estas vivências, levam o autor a afirmar: …"fiquei com uma certeza, seja na mais civilizada ou na mais primitiva das sociedades, só a humildade nos torna dignos e merecedores da admiração e respeito por parte dos outros".

[…]

do prefácio: Lurdes Asseiro

Artur Manuel Gomes

preço 12,00 €


Ao percorrer a estrada da vida vamos juntando aqueles a quem chamamos amigos. Muitos, poucos, não importa a quantidade. Apenas importam aqueles que ficam sempre no nosso coração, mesmo que a distância nos separe. Mas são esses a quem sabemos poder recorrer quando necessitamos de uma palavra de conforto, de um abraço que sabemos sincero e desinteressado, de uma ajuda de qualquer tipo. É neste grupo que tenho o privilégio de incluir o Artur Gomes, fiel companheiro de viagem desde há décadas. Achava que o conhecia bem, das muitas conversas ao longo destes tantos anos, das inúmeras provas de grande amizade.

Mas confesso que fiquei surpreendido ao ler os seus escritos, ao longo deste livro. Surpreendido porque fui descobrir uma personalidade ainda mais sensível, capaz de páginas de uma enorme ternura, que nos comovem, sobretudo porque conhecemos o conteúdo das entrelinhas. Parabéns Artur por esta magnífica coletânea de episódios, pela ternura que deles sobressai e pelo exemplo de vida que nos conta.


do prefácio: António Manuel Lopes Antão (Oficial da Armada)

sábado, 14 de abril de 2018

Alice Duarte

preço: 12,00 €
[…]
Uma poesia límpida, adulta, sem artifícios da palavra e da metáfora, o que muitas vezes dá à escrita um pendor intelectual que em nada vem acrescentar valor, antes pelo contrário.

Uma poesia (se assim se pode dizer) entre Miguel Torga e Eugénio de Andrade. Pura como o osso, e luminosa como as dunas de Fão. Uma poesia assim conseguida, dá-nos o alimento da alma.
E o que de melhor o Homem se identifica. A arte.

Parabéns à autora Alice Duarte e à Modocromia por apostar em poetas de qualidade fora do circuito reinante.
[…]

 do prefácio de Joaquim Monteiro

Livros da autora
publicados pela Modocromia