quarta-feira, 29 de setembro de 2021

"Amor & Saudade" de José Geraldo

 

14,00 €

O José Geraldo fala neste livro da dor que sonha ser prazer, da fé de povo que vê o mar que une o mundo, da força que o pensamento tem de criar o momento, e do amor que é sempre partilha. E também do amor fugaz que é doce, e no abismo que há nos céus de cada um, do efémero sorriso de uma memória, e finalmente da forma como vivemos uma vida inteira, numa quase brincadeira, que só termina ao morrer.
Direi mais, que se prolonga para além do morrer!

do prefácio de Ruy de Carvalho & Paulo Mira Coelho

 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Pedras Perenes

 

12,00 €


«[...] O uso de francesismos será (também e porventura) atribuível ao refinamento da autora. A língua francesa foi, e de certo modo continua a ser, símbolo de status, erudição e elegância. O poema Lascívia ilustra a predileção da autora por empréstimos do francês, ou ainda o título Rien de Rien, onde se destaca a relação intertextual com a chamada chanson française, da qual Edith Piaf foi uma exímia representante, como intérprete, na década de 50 do século XX.

Termos náuticos introduzidos subtilmente, como em Plenitude, indiciam a relação da autora com o mar (em Angola ou em Portugal): a costa, os barcos ou a navegação à vela. O eu-lírico deixa-se levar pelas circunstâncias, pelo momento, pelos elementos, não tendo um caminho predefinido. É uma voz de extremos mas ilimitada que se solta nas e pelas palavras. Já (Untitled), cujo título aparece astuciosamente entre parêntesis, desvenda um ambiente onírico povoado de sombras, de rostos reconhecíveis e de hesitação... a narrativa conduz a escolhas cujo desfecho nem sempre é previsível. Talvez os sonhos sejam também um parêntesis da realidade.
[...]»

Do Prefácio de Luisa Fresta

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Entre a Nudez das Ondas corpúsculos de Mim

Preço: 13,00 €


O mundo é uma amálgama, uma bola de fogo que mata abruptamente o SER. 

A vida está espelhada na montra de uma qualquer vitrina, e junto com ela, estão imensas iguarias, que acodem ao nome de segurança, liberdade e paz que todos deveriam possuir; todavia a montra esvai-se num trago, e nela ficam só constatações de situações inóspitas carregadas de sofrimento e de nostalgia, que não se conseguem sarar de maneira fácil.

A fealdade pincela o universo, e nem nas estrelas se conseguem ver resultados de LUZ, que incendiariam o mal para equacionar o bem, por isso, temos consciência de que, por muito que façamos, tudo é desconcerto à imagem camoniana. Os tratados de paz foram embora no comboio do TEMPO, e no lugar deles, ficou um amontoado de cal, que acode ao nome de loucura. Hoje é difícil acordar o SER para a construção de um espaço de excelência porque atrás dele vive a vilania, a discórdia e a desordem. Dir-se-á que só a poesia contém, em si, a chave para uma parca mudança da atitude social - poesia de intervenção onde tudo é dito sem pejo…!

Só a poesia fala da possibilidade de dar LUZ à vida adoecida num vasto conjunto de frases curtas, que ligadas expressam vontades e rios de mudança. Sem a intervenção poética, o que seria deste universo onde a cultura terá que ser rainha?

Leia-se POESIA, semeie-se o verso num campo onde vivem ramalhetes «rubros de papoilas».

Luísa Ramos
Livros da autora
publicados pela Modocromia 


Perfeita Obsessão – Pretensão

Preço: 23,00 €

Sophia Dazzo estreia-se como maquiladora na Williams, uma das empresas cinematográficas mais conceituadas do planeta. A ex-manequim, que vive delimitada por um passado atormentador, tenta resistir às investidas do patrão,

Leonard Claus, um playboy arrogante que não olha a meios para atingir os seus fins.

“Eu utilizo as mulheres.”

“Tu és droga, Sophia. No estado puro. 
E eu estou a ficar completamente viciado em ti.”

“Promete-me que independentemente de tudo 
resistes à minha tirania, Sophia.”

Estes, são avisos que ele lhe vai sussurrando ao longo da sua tórrida envolvência.

Tomá-los-á Sophia como advertências ou vai simplesmente ceder ao seu magnetismo, como todas as outras mulheres que se envolvem com ele? Aparentemente o playboy também tem obstáculos. Divergências, para as quais Sophia não está minimamente preparada.

Ela sabe que não deve. Ela sabe que não pode. É impossível!

“O impossível é apenas um estado de mudança, Sophia.” Estas foram as últimas palavras do seu psiquiatra.Serão elas a alavanca para que ela domine os seus próprios demónios? Ou serão elas o seu precipício?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

A Timidez das Árvores

Preço: 10,00 €


«Um poema pode e deve ser um namoro de sensibilidade e de esperança, uma terapia inconfessável. Quem guarda os silêncios desde a Antiguidade Clássica são os poetas.
Há uma voz do sul neste livro esconjurado de paisagens, pássaros em revoada em busca de um poiso sob um céu aberto, uma promessa de desejos que incendeia a paisagem de pensamentos, o que arde perpetuou a insónia nas labaredas da noite onde o amor foi a metáfora dos despojos.

"Abre-se a janela no muro branco, "Quero-te porque me sobra a vida / de espanto,
de inquietude, de tudo e de nada. / Toma-me como a uma flor incompleta, despida."

Neste livro as árvores são a última morada da itinerância dos ventos. Ler as linhas do corpo é ser botânico, decifrar o que as árvores escondem e onde existimos.
Lília Tavares sabe que a ignorância das sombras esculpe a sabedoria da luz.»



do Prefácio de António Vilhena


Livros da autora
publicados pela Modocromia 


Guardadora de Ecos

Preço: 13,00€



«Nos tempos que vivemos, em que a palavra parece colapsar perante a euforia do consumo e de seus mitos e em que a percepção do real é sistematicamente filtrada pela alienação mediática, compete aos poetas e, de uma maneira geral aos artistas e intelectuais, assumirem a sua condição de sal da terra, no sentido proclamado pelo Padre António Vieira (1654). Como é conhecido, interrogava-se então o eminente vulto da Cultura Portuguesa sobre as causas da corrupção dos costumes, em terra de tantos pregadores. E, conclui que tal é possível apenas ou porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixava salgar e, então, perplexo, mas inconformado, esqueceu a terra e virou-se para o mar, para pregar aos peixes.
[…]
Em verdade, este texto, com as ideias e conceitos que exprime, não seria possível sem que, previamente, quem lhe dá forma, não estivesse imbuído, página a página, do pulsar dos poemas e textos, que compõem este magnífico livro, bem como do universo poético em que a sua autora se move.
Assim se pode dizer, que este prefácio é pálido reflexo de uma escrita-outra, aquela que se inscreve no corpo vivo da Poesia, como expressão do talento literário da sua autora e, sobretudo, como testemunho do seu tempo que, embora transfigurado, enquanto discurso poético, nem, por isso, é menos real, presente na vida vivida e na múltipla expressão das emoções, sonhos, desejos, inquietações e afectos, que falam, em poemas de grande beleza formal, da Mulher-Poeta e das suas circunstâncias histórico-sociais.
Como obra de arte, fiquei maravilhado e encantado com este belo livro de poesia, Guardadora de Ecos, da minha amiga A. D.

Assim, a Terra se deixe salgar e nunca faltem leitores…»

 

Do prefacio de Manuel Veiga
 
Livros da autora
publicados pela Modocromia

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Geografia Humana

 

Preço: 10,00 €


(Viriatos Viegas é o pseudónimo de João Viegas) 



Atravessamos um período que nos obriga a profundas cogitações

Conscientes da sua gravidade, urge agirmos no sentido de uma profunda mudança sócio/mental.

A simples e eterna busca do conhecimento, não nos libertará da ignorância, somente nos alimenta nesta senda.

Este livro com palavras/imagem, tratando de conteúdo vivido e sofrido do autor, transporta-nos para espaços, onde alguma vez já estivemos, aparece na altura ideal, dando uma imensurável contribuição, que juntamente com a dos leitores, nos levará a bom porto.



Abraham

Goa – Roteiro de uma Viagem

 

Preço: 23,00 €



Esta é uma obra repleta de estórias de uma viagem programada ao pormenor. Vivida por muitos e passada a papel pelos que sentiram o apelo de a partilhar, assim nasce este roteiro de uma viagem de sonho. Numa sucessão cadenciada de descrições sobre locais turísticos, históricos, artísticos e culturais, ao longo de uma centena de páginas somos catapultados pelo nosso imaginário para esse território mágico de Goa, numa leitura que deambula entre o que se descreve e o que é possível sentir.

Nestas páginas somos também transportados para a gastronomia num tratado de cozinha indiana, com marcas de quase cinco séculos de presença portuguesa.

Escrito a cinco mãos por autores que com esta produção nasceram para Goa e com ela cresceram em experiência e amizade, Goa - Roteiro de uma Viagem está ilustrado com desenhos aguarelados de uma das autoras e fotografias dos demais autores e de outros participantes desta viagem constituindo, assim, o que promete ser para cada leitor um original guia de uma viagem ao Oriente.É de inspiração que trata esta publicação de carácter personalizado e coletivo. E, sem dúvida, de mais e melhores incentivos para viagens a um destino que tanto contém do que de melhor pode existir em comum entre nações seladas por todo um legado de razão e de coração.

João Coutinho 



O silêncio Perpetua os Espaços

 


Preço: 17,00 €


[…]
Escreve desde que se lembra de ter necessidade de dialogar consigo... tão natural como ir em pescarias pelas águas fecundas do mar ou do rio Mondego, partindo do rio Pranto que sente como seu confidente. A sua escrita é o desfragmentar do Ser — emoção e acção — que se reinventa em cada palavra para se erguer na construção silábica, a Sua. Passado reinterpretado no Caderno Sombras.
Uma procura pela luz, como apaziguadora de uma constante procura de si, pelos outros que passam... para escapar a uma massificação que o sufoca, permitindo-se uma Religiosidade latente e uma Liberdade que assenta na Democracia como premissa de Vida e nesta que pulsa tal quotidiano que se ganha ou perde, que se julga ou refuta, numa dialéctica subtil que dialoga com o leitor, seu confidente. Atitude permanente no Caderno Litanias.
Citando Arthur Rimbaud, “O poeta faz-se vidente através de um longo, imenso e sensato desregramento de todos os sentidos”. Poderemos discutir poesia ou o texto lírico na sua estética, forma, construção, recursos linguísticos... mas aqui e agora importa-me salientar a sua arte de poetizar permitindo exprimir o que o autor possui no interior.
[…]
E, de novo, Rimbaud, “Vamos apreciar sem vertigem o tamanho da minha inocência”. A inocência em Paulo Marçalo, não sei, mas a vertigem... Cuidado!... essa é desregrada, nada equilibrada, doentia talvez (em normalidade pontuando, claro). Mas deliciosa quanto baste! Mas este quanto é desmesuradamente, poeticamente, assustadoramente sem medida!
Paulo Marçalo será isso mesmo, de caneta em riste, a desmedida que nunca naufraga mas que teima numa gestualidade livre que se metamorfoseia em Poesia. 

Do Prefácio de J. M. Vieira Duque



Livros do autor
publicados pela Modocromia


 

O Cântico das Costureiras

Preeço: 12,00 €

Há sons que ficam na memória auditiva para todo o sempre. Há sons e silêncios.
Ouvir a máquina Singer nas mãos de minha mãe a coser dezenas de bandeiras para as festas de recepção a um qualquer figurão que visitou Nova Lisboa, quando meu pai foi secretário da Câmara Municipal. Ou a fazer os vestidos para as minhas irmãs. Foi um som metralhado que ficou gravado para sempre no meu disco de memória auditiva.
Encontrei este som de costureira, vinte anos depois, nas matas e bolanhas da Guiné quando as PPSH Shpagina se faziam ouvir e nos infernizavam a vida.
Aquele som punha-nos os nervos em franja […] Não é uma história, mas um conjunto de crónicas contando uma história. Se vier a servir para alguma coisa, o tempo o dirá.

 Gonçalo Inocentes (Matheos)


Livros do autor
publicados pela editora Modocromia


 

Dinossauros ou Javalis?

 

Preço: 12,00 €

 

«Depois de uma manhã muito agradável a apanhar amoras, a avó, os seis netos e umas amiguinhas passam a tarde na Serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz. Peripécias engraçadas acontecem com as crianças. 

Até confundem um “javali” com um “dinossauro”!»

Maria Isabel Loureiro 

Além das Palavras

 

Preço: 10,00 €


Uma obra de poesia intimista e romântica, em que o coração e a alma do poeta se espelha para além do amor e de profunda instrospecção, num estilo caracteristicamente original.

O ser, a pessoa e o Homem: homem social irreverente e crítico; homem apaixonado pela natureza infinita e bela, que do amor impossível extrai sublime inspiração.

Literariamente rica de figuras de estilo, é uma obra com uma invulgar profundidade.


Manuela Vieira da Silva

 

Desejos & Doutrinárias Marintimidades

 




Desejos & Doutrinárias Marintimidades de Lopito Feijóo é um livro organizado em duas partes, a primeira intitulada Navegando Marintimidades com trinta e um poemas e uma segunda parte, denominada Desejos de Aminata com quarenta poemas. O livro vem acompanhado de vários desenhos da autoria de Albino Moura, um “grande mestre” das artes portuguesas, que ilustra o percurso erótico do livro.

A dimensão doutrinária a que a obra se propõe, explícita no título, mostra um projecto de escrita calculado e orientado, e evoca emblemáticos livros de erotismo, canonizados ao longo do tempo, como o Kama Sutra de Vatsyayana (séc. iv) ou o Jardim Perfumado de Omar Ibn Nefzaui (séc. xvi). Por outro lado, a dimensão amorosa, que neste livro se entrelaça à erótica, evoca o texto bíblico do Cânticos dos Cânticos de Salomão. Com efeito o prelúdio e abertura da obra cita um trecho de Salomão:

O Rosto em Ruínas

 

Preço: 13,00 €



As palavras para descrever um rosto, o rosto e seus desmandos, suas feridas.

O rosto espelho de caminhos, ultrajes, paixões, inquietudes, desânimo. Também a força que há nos músculos, no olhar perscrutando a hulha do devir, ou percorrendo, pelas veredas das rugas, as notícias dos dias amplos, da solidão, do silêncio, dos vazios que enxameiam as estradas do mundo: consciência solidária em busca do lado justo.

As marcas que percorrem o rosto, um rosto desabrigado e confuso como a palma da mão.
Um percurso de ruínas, pela memória, planando as paixões, os medos, a angústia existencial. Combate absurdo contra os fantasmas que ainda teimam em desarrumar os dias e açoitar as noites. O Amor e os seus lanhos, suas perplexidades.
A carga das palavras, tão urgentes como respirar, que transportamos aos ombros e crepitam no escuro, nos limitam em sua efémera transgressão.
Poemas sobre o rosto, a idade, o lúcido derruir dos dias da alegria.
Sem ilusões nem mágoa.

Domingos Lobo 

 

"(com)"Paixões – volume I

 

Preço: 10,00 € (esgotado)
 

O poeta transfigura-se quando nos oferece imagens de uma sociedade de excessos de crença e violência. A fuga, o amor, a revolta são uma constante nos poemas de Joel Lira que cria no leitor automática e espontaneamente um imaginário de sortilégios que decorrem em ambiências várias traduzidas por imagens que correspondem ao sentir dos desejos em contextos que cabe ao leitor a tarefa de os descobrir.
[…]  
A poesia é trabalho e inspiração. É uma linguagem que resulta numa dinâmica da escrita que está aquém e além do dizível e do palpável.

do prefácio de Carlos F. B. Bondoso




Livros do Autor
publicados pela editora Modocromia


O Relógio Vai Nu

 

Preço: 12,00€

[
…]

Conteúdo rico em construções experimentais vivenciadas pela escritora que, confidencialmente permite-nos ser integrantes da experiência, optando por querer o tempo ou matá-lo. O convite para sonhar ao extremo nos dá a liberdade de viver momentos só nossos.

[…]

Inês Benedita, com a total permissão de Margarida Cruz, dadivosamente divide com os seus inúmeros leitores experiências de total renovação diária, de se fazer presente, armazenar conteúdos, dispersá-los numa grande cadeia produtiva.

Beba na Fonte.



Do prefácio de Cida Garcia



Livros da autora
publicados pela editora Modocromia


 


 

Alfobres de Rios


Preço: 13,00 €

 

Este alfobres de rios, de Ana T. Freitas, é “viveiro”, sim… É canteiro, é leira, onde nascem poemas que ficam em nós, a crescer, a aquecer, a levedar… É, (aproveitando a metáfora), um Alfobre de palavras, de memórias, vivências, reflexões, divagações que se tornam as traves-mestras deste local de “germinação”.
A Palavra escorre lentamente… Embrenha-se, cria raízes no húmus que a alimenta e quando chega a hora, está pronta: levanta-se, reergue-se, aponta o sol e arrasta consigo o Sujeito lírico que, no caso, é, verdadeiramente, a Autora.

Com as Palavras, Ana T. Freitas constrói caleidoscópios de emoções!

[…]

“Estes rios que derramam: alguns chegam à foz / muitos ficam em nós” (introdução do livro)

Deixa-me rematar: Com estes “rios” desaguaremos em largos estuários ou em deltas de muitos braços…

Acolhamos as suas águas calmas e límpidas! Deixemo-nos molhar e inundar por elas!

[…]


Do prefácio de Conceição Lima

domingo, 22 de março de 2020

"O Momento Certo"

13,00 €



Numa visão pessoal, o mar é a mais bela força da natureza, mesmo quando está zangado. Logo, assume o papel de uma cultura ímpar onde a assimetria de cada embate na costa é um eco imagético que abrange olhares desiguais, divergentes, solidários… mas desafiadores de um estar presente onde o belo pode ser um arco-íris de sonhos e vontades.
“O Momento Certo” de Cristina Fernandes, nasce com essa moldura apelativa por entre olhares curiosos e atentos, num folhear incansável, onde a autora codifica calendários, momentos e imagens que despertam anseios de reflexões, sorrisos ou até lados sérios questionadores do porquê de esculpir palavras assimétricas mas certas até na rima do pensamento.
     “Na nudez de cada palavra
      cresce um tempo sem memória
      onde se reconhece o olhar
      do velho peregrino da história”

[…]

“O Momento Certo” dita uma cronometria “sem urgências”, e até perfilha tempos indeterminados, num respirar “sem pressas”, onde cada vocábulo é um aprendiz de causas.

“sem dependências, sem urgências”, “mas com a plenitude” “abrangente do mesmo abraço” “do tempo demorado” “do espaço reencontrado”.
Geografias diversas, celebrações crescentes, odores inquietos, silêncios marcantes e apneias suavizantes, são o traço deste capítulo de escrita, com continuidade a assumir.
“O Momento Certo” bateu-me à porta, e gostei da “seda que este rio… aflora”.



Do prefácio de José Luís Outono