quarta-feira, 6 de julho de 2022

"Não Partas Sem Mim" de Olga Coimbra

 

12,00 €



Num espaço temporal de aproximadamente três anos (entre 2018 e 2021), a pacata vida de Luísa, uma psicóloga clínica de 51 anos, será assolada por um turbilhão de acontecimentos inesperados.
Traição, sedução, paixão, perdão, amizade ou cumplicidade são alguns dos ingredientes que entram nesta trama e que de certa forma corporizam a narrativa. A cidade do Porto é o epicentro da ação, onde decorrem os acontecimentos mais marcantes.
Após um período de dúvidas, desilusões e tristeza, Luísa volta a sorrir e a acreditar no amor. Porém o passado está lá e, quando menos espera, surpreende-a e não lhe dá tréguas.
A pandemia global que, entretanto, emerge virá inevitavelmente precipitar alguns acontecimentos, pois não fazia sentido não incluir o tema na narrativa escrita em tempo real.

Apesar de se tratar de um curto período na vida de uma mulher, este é recheado de acontecimentos e emoções em que muitas de nós se revirão em algumas das situações descritas.
Afinal, é da Vida de pessoas comuns colocadas pelo acaso em situações-limite, que todos os grandes sentimentos humanos se conjugam – o medo, a angústia, o júbilo, o amor e a morte – que este livro trata.

"Lisboa do Rio Salgado" de José Alfaia

12,00 €

Neste livro, organizado em três partes (GÉNESE – Lisboa do Rio Salgado; ÊXODO – Caxias – Meu Berço / Meu Amor / Meu Tejo-Mar; APOCALIPSE – À Procura da Verdade), José Alfaia demonstra a sua eximia capacidade de poeta, explorando várias formas que vão da simples quadra ao soneto, abordando vários temas: o amor, a observação daquilo que o rodeia, a reflexão sobre o sentido da vida, onde o Tejo ocupa uma posição relevante.

Ser poeta é ser um deus
Dum paraíso frustrado
É ter a benção dos céus
E ser rei sem ser coroado

 José Alfaia


"As Pedras Sangram" de Carlos Bondoso

 

13,00 €

Carlos Bondoso brinda-nos com um novo livro, “As Pedras Sangram”, no qual o vento invisível serpenteia a imensidão horizontal do infinito, num voo rasgado de palavras, em que cada uma representa, de acordo com a sua movimentação poética, uma miríade de simbologias, nomeadamente, o abraço de um suspiro, a assimetria de uma melodia, a libido contida num desejo, o impulso de um afeto e a vociferação de um grito.

[…] para a partir deste dinamismo de forças heterogéneas, atingir a liberdade “num canto de pássaro” e dar azo ao “Indefinível” de corpo vítreo e incandescente. Obrigada, Carlos, Bondoso por me dares a oportunidade de ler mais um maravilhoso livro teu.

Lynda de Carvalho


Livros do autor
publicados pela editora Modocromia

 

"Caminhos dos Sentimentos" de Agostinho Lopes

 

13,00 €



Mil vidas dentro de uma, assim defino esta obra de arte em forma de poemas que pintam este livro do princípio ao fim.
Neste caso, o poeta não é um fingidor, ao ponto de fingir que é dor.
Agostinho Lopes eterniza, num íntimo contraste, os mais profundos sentimentos da vida: amizade, dor, compaixão, dúvida, solidão, alegria, tristeza, ciúme, paixão, amor, amor e amor.
Interliga a vida com o mar, o céu, o sol e o luar.

[…]

O seu nome, gravado na pedra do tempo, inscreve-se na galeria dos grandes poetas ou como poemeiro como tanto gosta de se apelidar.

Agostinho e esta obra literária são amor da cabeça aos pés.


Renato Freire
CEO Jethro International

"Casa de Conchas" de Lília Tavares

 

12,00 €

[…]

Retrato pessoal de meio século de história, esta obra não olha apenas para trás: usa a argamassa da lembrança para interpretar o presente e criar o futuro. Fala da importância dos laços, visíveis e invisíveis, que unem as gerações. Actualiza o velho princípio de que omnia vincit Amor; et nos cedamus Amori (Vergílio, sempre Vergílio). Celebra o poder insuperável de um mar, símbolo maior da natureza, que lima arestas e regenera feridas. Permite lobrigar, subrepticiamente, até que ponto o desenvolvimento imposto a todo o transe, sem atender ao futuro, implica um encargo pesado. Oferece-nos antídotos para a inquietude que a viagem contemporânea envolve, a consciência do “acto de lembrar” e a afirmação do sensível. Em tempos incertos, como os nossos, não se pode dizer que seja pouco.


In prefácio de José António Falcão



Livros da autora
publicados pela editora Modocromia

terça-feira, 5 de julho de 2022

"Gentil Vadabundo" de Clementina Matos

 

14,00 €

Estes contos, que integram algumas das minhas memórias, apresentam-se na presente colectânea em primeira pessoa.

Tendo todavia em conta a distinção entre autor e narrador, parece-me oportuno confessar que há nestas oito narrativas um ponto de partida autobiográfico, e ainda uma participação activa da imaginação.

Assim, a recordação grata de um velho vagabundo que me contava histórias e assobiava aos pássaros, dialogava com as estrelas e cantava o fado, haveria de inspirar o primeiro conto, «O Gentil Vagabundo».


in notas da autora de Clementina Matos 
Livros da autora
publicados pela editora Modocromia

 

quinta-feira, 28 de abril de 2022

"Coreografia dos Sentidos" de Manuel Veiga

 

14,00 €


Este novo livro de Manuel Veiga, abre com uma marca identitária do poeta e a afirmação do seu empenho criativo e do modo de exercer esse mister: «A reinventar o léxico/E a desenhar o bailado/Desordem que arde/Sob o sol a pique». Não sei de melhor forma de um poeta dizer ao que vem: reinventar as palavras e a sua imanente desordem.

Sabemos que não vem – porque é do espaço solar e lírico das palavras que ele fala, como se fora um bailado –, tecer mágoas, carpir nostalgias, inventariar remorsos. Tarefas para outros, que não para este poeta solar, que transfigura as dores de corpo e alma sem gritos de amargura existencial, antes numa suavíssima viagem pela puerilidade dos sentidos.

[…]

Um discurso poético remoçado, a um tempo extenso e ágil, fulgurante, a provar que o poeta se reconstrói nesses sortilégios transitivos do Ser e da Memória – ilidindo o Tempo e os modos de o desordenar. Muito caminho a percorrer, portanto.


in prefácio “Memória e Transfiguração de Domingos Lobo


Livros do autor
publicados pela editora Modocromia

 

"O Silêncio não Dorme" de Magnólia Santos14,00

 

14,00 €

Existe no nosso ordenamento jurídico a figura do “direito ao silêncio”, ou seja, qualquer réu tem o direito, como proteção jurídica, de não responder em tribunal sobre os quesitos das acções de que vem acusado. Se este preceito jurídico se processa individualmente, outro existe na lei geral que protege o cidadão comum do excesso de ruídos. Temos, todos nós, a partir de uma determinada hora do dia, a que os nossos vizinhos, os escapes de motociclos, os transportes públicos, como os aviões, não perturbem o nosso bem-estar.

[…]

Precisamos do silêncio para nos evadirmos de nós, do ruído avassalador das grandes metrópoles. Precisamos, após uma semana de trabalho, de refúgios e por eles, nessa urgência de nos desligarmos da barbárie quotidiana, fugimos para o campo, para a placidez dos grandes espaços onde apenas os pássaros, o vento nos pinheiros, o som de cristal dos riachos, perturbam o silêncio da paisagem. Precisamos desse cíclico retorno às origens, à raiz telúrica do silêncio, antes que o ruído, o seu excesso carregado de violência, destrua a réstia de humano que nos habita.

[…]

Há nesta viagem ao «dorso do silêncio sobre a planície inundada de palavras», como nos diz a autora no enunciado deste livro, que é uma longa e bem informada indagação teórica, percorrendo a poética das vozes mais largas da nossa poesia (e quase todas são evocadas por Magnólia dos Santos neste livro), uma recorrência à palavra “silêncio”, um silêncio habitado por palavras, pelos seus sons, pelos seus oníricos rumores, pelo seu grafismo, pela sua música íntima.

Os autores aqui convocados pela autora evocam o silêncio para o rasgar, para o carregar de palavras, palavras que se atrelam a sons, que mesmo no silêncio com que lemos esses textos, produzem íntimas atmosferas, emoções, lágrimas, júbilos. Quando lemos, algo em nós estremece, se molda, se transfere para o outro. Mesmo no silêncio da leitura existe um lanho, um corte com o silêncio. Após a leitura de um romance, ou de um poema, acontece-nos algo de perturbador, que rompe a solidão e o silêncio. Bergson falava dessa circunstância de outro modo: «Nous a’aurons plus jamais notre âme de se soir».

[…]

É pois da preponderância do silêncio na obra de grandes autores, sobretudo poetas, que este ensaio literário trata. Um ensaio lúcido, expurgado do linguajar academizante, acessível ao comum dos leitores que queiram entender a pluralidade de sinais, de modos de ser, os silêncios agrestes e os silêncios metafísicos, de uma vasta lista de grandes autores.

Magnólia Maria dos Santos fecha este seu ensaio literário, com um belo poema de sua lavra. Um poema pleno de simbologia, também ele em busca da raiz do silêncio.

In prefácio “A Raiz do Silêncio” de Domingos Lobo

"Menina dos Carcóis" de Agostinho Silva

 

14,00 €


Teresa é uma mulher bonita, elegante e determinada. Ama a profissão que escolheu e segue os seus sonhos. No fundo, uma mulher igual a muitas outras. Porém, nem sempre concretiza os seus sonhos e leva a vida que gostaria. Talvez por isso, afloraram na sua conduta facetas menos conhecidas, como uma incapacidade de perdoar e uma agressividade gratuita.

Num mundo de egoísmos e de egocentrismos, onde escasseia a justiça e a sensatez, Teresa foi conseguindo debelar as dificuldades, nem sempre com sucesso.

In Introdução de Agostinho Silva

"Duas por Uma" de Lara Agreiro

 

10,00 €


Escrever um livro é uma grande aventura e uma arte maravilhosa. A Lara presenteia-nos com mais uma história cheia de surpresas que prende o leitor desde as primeiras linhas. Estamos perante a segunda obra desta jovem escritora, que mais uma vez nos surpreende com a sua originalidade e ao ler.

[…]

A história revela-nos a relação de duas irmãs gémeas, com as suas diferenças de caráter e de gostos, e por outro lado, retrata a união e o amor que são tão característicos dos irmãos. Um dos ingredientes desta história que revela a maturidade da escrita da Lara é a descrição das personagens, dos lugares… uma delícia! Não vou levantar mais o véu… convido-vos a ler esta história e a viajar com as gémeas e a Lara!

In prefácio de Luísa Silva

quarta-feira, 27 de abril de 2022

"Além das Palavras II" de Valter Guerreiro

 

12,00 €

 

A poesia de Valter Guerreiro remete-nos para dimensões estéticas em que as form(ul)as poéticas deixam de desempenhar o seu papel tradicional. Elas já não são meros envolvimentos externos de conteúdos dados, mas sim portadoras de mensagens próprias engendradas autonomamente no seu próprio interior sem condicionantes prévias.

[…]

(“Le Poète est semblable au prince des nuées/Qui hante la tempête et se rit de l’archer;/Exilé sur le sol au milieu des huées,/Ses ailes de géant l’empêchent de marcher.”)
A poesia é só isso. Mais: nada antes disso será verdadeiramente poético. E o poeta terá de ser sempre um Príncipe das Nuvens bem longe da historicidade contingente da vida. Ele terá de sobrestar bem acima dos simples mortais.

É tudo isso que este livro de Valter Guerreiro nos sugere.

in prfácio de António Marinho Pinto


 

"S. Francisco Xavier" de Francisco Xavier Valeriano de Sá



20,00 €


É com nostalgia que o autor recorda a infância, embora entristecida aos dez anos de idade com a morte da sua mãe, mas suplantada pelo carinho e dedicação paterna e dos dois irmãos mais velhos.

Das recordações da juventude gravadas na memória, uma é a caminhada a pé que em 3 de dezembro de cada ano se fazia da casa dos pais na Ilha de Jua (St. Estevam) até à Velha Cidade, para a festa de S. Francisco Xavier. O grupo familiar, composto pelo pai, a irmã, o irmão, o próprio e a encarregada dos serviços caseiros, iniciava a caminhada sob o frio de dezembro e no escuro das 4 da madrugada trilhando caminhos tortuosos por campos, matas, Toltó e Daujim, iluminados apenas pelas estrelas do firmamento, para chegar à cidade por volta das 7 h ao clarear do dia.
A caminhada fazia-se com entusiasmo que se mantinha até ao regresso, ao fim do dia.

[…]

Dos excertos de escritores proeminentes inseridos nesta obra dedicada a S. Francisco Xavier (1506-52), os do Fernão Mendes Pinto (1509-1583) merecem relevo, porque, como contemporâneo, são testemunhos presenciais do encontro com o Padre Francisco Xavier em Molucas, da viajem de Funcheo à China e da recepção em Goa do corpo incorrupto do Santo vindo de Malaca.

Face aos valiosos dados obtidos da família Jasso y Xavier; do título Gõymcho Saib – Senhor de Goa; das narrações relevantes do conceituado historiador Pe. Francisco de Sousa S.J. (1649-1712); dos depoimentos de Fernão Mendes Pinto, contemporâneo e amigo do Santo; de diversos factos e acontecimentos quase desconhecidos de muitos; e fotos de valor histórico, o autor sentiu-se na obrigação de não os deixar desaparecer com a poeira do tempo, mas de os divulgar através desta publicação sobre o glorioso S. Francisco Xavier – Gõycho Saib – Senhor de Goa.
Por último a expressão de gratidão pela preciosa ajuda prestada pelos amigos: António Trigueiros S.J. (Pe.), Augusto Ferreira do Amaral, Lívia de Abreu Noronha, Maria Virgínia Brás Gomes, Teresa Maria de Mendia de Castro – Nova Goa e Venâncio Machado.


In nota introdutória de Francisco Xavier Valeriano de Sá



sexta-feira, 29 de outubro de 2021

"Concerto de Miau e Piu Piu" de Domingos Lobo

12,00 €

 
O Concerto de Miau e Piu Piu, é uma parábola sobre a amizade, e as diversas formas de a entender, entre dois animais de espécies diferentes: um gato, com a sua felina natureza e um frágil canário.


O gato, façanhudo, vê no desamparado canário apenas “um bom petisco”
para a sua dieta. Acontece que o canário possui um piar virtuoso e arrebatador.
Esse melodioso trinado irá conquistar o ser sensível que, afinal, habita o predador gatão.

Este livro diz-nos, a rimar, que a Amizade e o respeito mutuo, a aceitação do Outro, é sempre possível quando dois seres, por muito diferentes que sejam,
descobrem o que no Outro existe de melhor, de genuíno.

O resto desta história é música e sonho. Modos de sonhar com um mundo melhor.


Livros do autor
publicados pela editora Modocromia

 

"Chocolate" de Edgardo Xavier

 

14,00 €



Chocolate. Doce, amargo, picante e até salgado. Dúctil e resistente ao toque. Simples e recheado de quantos sabores possamos fantasiar. Frágil à exposição dos elementos. Versátil nas formas em que o consumimos. No momento degusto-o esculpido em letras, que vou desembrulhando do seu invólucro protector, e que o artífice habilmente criou e transformou em palavras, frases, textos que construíram páginas doces, amargas, picantes e até salgadas. Mas que depois de saboreado um parágrafo não resisto a consumir um outro mais, e outro, e outro.
[…]

É-me complexo o ofício de traduzir emoções. É-me simples o ofício de dizer quanto fico aquém das palavras que este artífice, Edgardo Xavier, merecem que lhe sejam endereçadas numa pormenorizada análise linguística, semântica ou outras do mesmo teor por quem seja perito na matéria. Eu sou não mais do que uma leitora atenta e fiel, apenas e talvez perita no ofício de sentir. Confesso que tudo apreendi e aprendi ao desembrulhar da prata que a envolvia esta frase na Nota de Autor, na qual afinal tudo está claro: «Estou sempre no que conto na pele de outra pessoa.»
[…]

do prefácio de Rita Pais
 

Livros do Autor
Publicados pela editora Modocromia

"Quem Será o Pai Natal" de Vitor Morais

 

12,00€


O tempo não perdoa…

Cansado, doente e com muitos Natais em cima das pernas, chegou o momento de substituir o nosso querido Pai Natal.

Abertas as candidaturas para a eleição do novo Pai Natal, muitos foram os que ambicionaram tão emblemático cargo. Mas Pai Natal há só um e tem de ser extraordinariamente especial!

De entre tantos candidatos postos à prova, Quem Será o Pai Natal?


Livros do autor
publicados pela Modocromia

 

"Ribatejo" de Manuel Marques Francisco

 

12,00 €

Não queria ficar responsável pela abertura do livro “O Ribatejo”, porque essa cabe inteiramente, aliás todo o texto é do autor; Manuel Marques Francisco. Está-lhe na massa do sangue, escrever a prosa em versos, aqueles com quadras de raiz popular, descobriu-o nos bancos da escola primária, onde nos encontrámos e uma amizade ficou entre nós.

[…]

A Lezíria, essa imensa planície da borda d’água, já nos bancos da escola, fazia sonhar o Manuel Francisco, que lhe escrevia versos simples que, a mim seu companheiro de carteira, provocavam confusões de leitura. Afinal, em cada quadra, entremeava na rima toda a riqueza da forma de viver do Campino, homem curtido por mil sóis, que no dobrar do século XX, ainda enchiam aquelas terras guardando o gado bravo.

[…]

Num “esventrar” da sua caminhada pelo “O Ribatejo”, nas páginas seguintes nos coloca nas muralhas do castelo de Abrantes e, nos aguça o apetite na sua palha – que mais não é que os bolos doces da terra.

E, eis que se encontra “chapinhando” nos aluviões das terras entre o Tejo profundo e o Sorraia, provando o melão criado no Malagueiro. Termina o seu “devanear”, depois de andar pela charneca, em pleno “Coração do Ribatejo”, no alto do Almourol em Vila Nova da Barquinha.

[…]


Do prefácio (I) de José Gameiro



[…]

Esta obra retrata o ex-libris de cada concelho do nosso Ribatejo. Os seus versos resultam de um trabalho de muita pesquisa e dedicação, levando o nosso imaginário a viajar, percorrendo cada concelho desta linda região, sem ter que sair da nossa casa!

Também são abordados outros temas sempre relacionados com o amor e a amizade, sentimentos esses que tanto caracterizam e identificam o nosso amigo Manuel.

[…]


Do prefácio (II) de Elisabete Francisco


 

    

Livros do autor

publicados pela Modocromia



"Mãos que Falam" de Maia Madalena Ramos

 

13,00 €

A escrita de Maria Madalena Ramos fala de dor, de saudade, de alegria, de tristeza, de vivências de uma vida rica em conhecimento em viagens pelo mundo. Ama o mar pois faz parte da sua vida. E quem gosta de mar navega no mundo onde as palavras se eternizam para mais tarde serem recordadas. E neste seu livro dada à estampa, “MÃOS QUE FALAM”, de certeza que as palavras ficarão a dançar na memória de quem as lê e mais tarde recordará.


[…]

Como apreciador da poesia, vejo em Maria Madalena Ramos a força energética que nos acorda de sonhos e no seu livro “MÃOS QUE FALAM” um convite para experimentar o interessante universo das sensações. Como dizia a eterna Florbela Espanca “Ser poeta é ser mais alto, é ser maior do que os homens”. E Maria Madalena Ramos tem em si e nas palavras da alma a essência para ser uma referência no xadrez poético do país.



Do prefácio de António Sem


Livros do Autor
Publicados pela editora Modocromia 

Utopia de Kay Pina

13,00€



Há na escrita de Kay Pina um sonho cúmplice da realidade amordaçada, um inconformismo incessante a interpelar o destino, bravio e alado duma utopia por cumprir, um pulsar síncrono dum tempo universal, uma sede imensa de ser intemporal.

A obra “Utopia” está povoada de imensas intuições que a autora revela, num continuado regresso às origens, às primeiras águas do sentir, ao perfume dessa primeira respiração, acto sagrado dentro dum mundo profanado.

[…]

O tempo da fuga terminou, e no apogeu das palavras há um eco dum novo sonho a acordar, ondulante como o mar, uma utopia liberta da terra, um voo desarvorado com raízes entrelaçadas, laços que o tempo teima em guardar, nesse local submerso do ser, onde a Utopia renasce a cada momento...



Do prefácio de Cristina Fernandes